Eugéniode Andrade – Adeus. Já gastámos as palavras pela rua, meu amor, E o que nos ficou não chega. Para afastar o frio de quatro paredes. Gastámos tudo menos o silêncio. Gastámos os olhos com o sal das lágrimas, Gastámos as mãos à força de as apertarmos, Gastámos o relógio e as pedras das esquinas. Em esperas inúteis.
EugĂ©niode Andrade. Poeta portuguĂŞs, nasceu em 19 de Janeiro de 1923 em PĂłvoa de Atalaia, FundĂŁo, no seio de uma famĂlia de camponeses. A sua infância foi passada com a mĂŁe, na sua aldeia natal. Mais tarde, prosseguindo os estudos, foi para Castelo Branco, Lisboa e Coimbra, onde residiu entre 1939 e 1945.
Eugéniode Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de janeiro de 1923 na Póvoa da Atalaia, Fundão. Passando por Lisboa, após a separação dos pais, e Coimbra, depois de cumprido o serviço militar, é em 1950 que se instala no Porto, na Rua Duque de Palmela, e trabalha como inspetor dos Serviços Médico-Sociais durante 35
pelatua fronte de bosque adormecido, pela tua voz onde sempre amanhecia, pelos teus cabelos onde o rumor da sombra. era um rumor de festa, pela tua boca onde os peixes se esqueciam. de continuar a viagem nupcial. Mas a minha morte é este vaguear contigo. na parte mais débil do meu corpo, com uma espinha de silêncio.
Publishingplatform for digital magazines, interactive publications and online catalogs. Convert documents to beautiful publications and share them worldwide. Title: Poemas Eugénio de Andrade, Author: Biblioteca AEPombal, Length:
RelembrandoEugénio de Andrade: poemas escolhidos. Eugénio de Andrade nasceu em Póvoa de Atalaia (19/ 01/1923), uma aldeia da Beira Baixa onde passou a infância. Sagrou-se à poesia como uma espécie de monge que vê no poema a via da redenção. Afabilidade e rudeza, ascetismo e hedonismo nele coabitam sem qualquer espécie de
Aquela nuvem" Ă© um dos oito poemas de EugĂ©nio de Andrade incluĂdos na edição "Poemas de Bibe - Grande Poesia Portuguesa Escolhida Para os Mais Pequenos", que a em forma de Radiolivro. Ao todo sĂŁo 53 poemas de 33 poetas ditos e escolhidos por Mário Viegas e Manuela de Freitas.
94904724 1768 47 Veja Também Clarice Lispector Paul Valéry PÉRICLES ALVES DE OLIVEIRA - THOR MENKENT Friedrich Nietzsche Gonçalves Dias Jorge Santos
EugĂ©niode Andrade. Saltar para o conteĂşdo. coletânea de poemas. Termo. Poemário. O Amigo. EugĂ©nio de Andrade. NĂŁo voltará – o que dele me ficou Ă© como no inverno entre cortinas de chuva um tĂmido fio de sol: ilumina mas nĂŁo aquece as mĂŁos. EugĂ©nio de Andrade. Partilhar isto:
Viveriaainda vinte e sete anos, um excedente de vida, um sufoco. Veria surgirem mais dois livros, receberia o PrĂ©mio Camões e o do Pen Clube PortuguĂŞs. E leria, nos “Ensaios sobre EugĂ©nio de Andrade”, de LuĂs Miguel QueirĂłs, editados pela Asa em 2003, que muitos dos seus melhores poemas foram escritos em plenos anos 1990.
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